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IA: Contratos legados podem virar dor de cabeça para empresas

24 de julho de 2026

Destaques

  • Empresas estão usando contratos antigos para negociar soluções de IA.
  • Cláusulas padronizadas podem transferir riscos e o uso de dados para o contratante.
  • É crucial definir responsabilidades e o uso de dados antes de fechar negócio.

A adoção de inteligência artificial está batendo à porta, mas muitas empresas ainda tentam fechar negócios com minutas antigas, criadas para softwares comuns. O resultado? Um desequilíbrio perigoso onde o fornecedor domina a tecnologia e o cliente assume riscos que não deveria.

O X da questão está nas cláusulas escondidas: elas podem permitir o uso dos seus dados para treinar modelos, mudar funcionalidades sem avisar, limitar garantias e, o pior, transferir para você a responsabilidade por resultados ruins ou conteúdos que a IA gerar.

E aí, quem responde quando a IA dá uma mancada?

A responsabilidade tem que andar junto com o controle. Se o fornecedor manda na tecnologia, não dá pra ele simplesmente lavar as mãos se a IA gerar um conteúdo problemático ou uma análise furada. A governança da IA começa no contrato, definindo quem usa os dados, quem controla os resultados e quem assume as consequências. Sem essa preparação, a negociação já começa perdida. 📉

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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