Tecnologia & NegociosRelevância BR: 6/10

IA Agentic: A Nova Fronteira da Cibersegurança Desafia o Zero Trust

24 de julho de 2026

Destaques

  • IA Agentic agora opera como identidade digital autônoma, exigindo mais que verificação de acesso.
  • O modelo Zero Trust precisa evoluir para monitoramento comportamental contínuo de agentes de IA.
  • APIs se tornam ponto crítico de segurança com o avanço de IAs autônomas e o risco de Shadow AI.

A Inteligência Artificial Agentic está virando o jogo na cibersegurança, e o velho Zero Trust, que só se preocupava em 'quem', agora precisa olhar o 'como'. Especialistas da Cequence Security e e-Safer alertam: essas IAs não são mais só ferramentas, elas agem como verdadeiras identidades digitais autônomas dentro das empresas.

O ponto é que um agente de IA pode ter todas as credenciais em dia, mas começar a agir de forma inesperada. Pense nisso como um passaporte válido que, de repente, te leva a fazer coisas que não devia. O risco agora não vem só de fora ou de um funcionário insatisfeito, mas também de um agente de IA autônomo que pode ter sido mal instruído ou manipulado.

E as APIs? Elas viraram o calcanhar de Aquiles. São elas que executam as ações de verdade, movimentando dinheiro, alterando dados e conectando tudo. Com o crescimento do Shadow Agentic AI, onde áreas criam suas próprias IAs sem o controle da TI, a situação fica ainda mais perigosa, abrindo portas para acessos não autorizados a dados críticos.

A solução? A segurança precisa se tornar comportamental. Não basta mais só verificar quem é; é preciso monitorar o que o agente de IA está fazendo em tempo real. A autenticação é só a porta de entrada, a confiança virá do comportamento contínuo.

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

Receba as Melhores Notícias

Assine nossa newsletter e receba diariamente as notícias mais relevantes, sem viés político.

Notícias Relacionadas