Hezbollah e Israel: Tensão no Líbano segue alta, mas cessar-fogo é desejo comum

Destaques
- •Deputado do Hezbollah defende fim das negociações diretas com Israel.
- •Grupo islâmico quer continuidade do cessar-fogo, mas exige retirada israelense.
- •Acusações de 'crime de guerra' por destruição de casas no sul do Líbano.
O clima no Líbano segue pesado. Um deputado do Hezbollah, Hassan Fadlallah, jogou um balde de água fria nas negociações diretas com Israel, sugerindo que o presidente libanês, Joseph Aoun, deveria se afastar delas.
A ideia é que o Líbano encontre um 'entendimento nacional', mas a bronca não para por aí. O grupo islâmico quer que o cessar-fogo atual seja mantido, mas faz questão de exigir a retirada das tropas israelenses do território.
Enquanto isso, o outro lado da moeda mostra Israel proibindo circulação em grandes áreas do sul do Líbano, mesmo com o acordo de trégua. O Exército aconselha moradores a ficarem longe de certas regiões, perto do rio Litani e de aldeias fronteiriças.
A tensão é palpável, com acusações de 'crime de guerra' por parte de aliados do Hezbollah, que apontam a destruição de casas civis. O Hezbollah, por sua vez, alega que o regime sionista viola o cessar-fogo com explosões deliberadas.
Apesar de toda essa confusão, a continuidade do cessar-fogo é um desejo comum, mas a retirada israelense é a condição para que a paz (ou o que quer que seja) se estabeleça. Resta saber quem vai ceder primeiro.




