Guerra no STF: Ministro afasta Diretor-Geral da PF e cúpula policial reage

Destaques
- •Ministro André Mendonça afasta Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, por suposto monitoramento ilegal.
- •Diretores da PF manifestam apoio a Rodrigues e colocam cargos à disposição, criticando 'ataques injustificados'.
- •Decisão acirra crise entre STF e Polícia Federal, com AGU contestando invasão de competência presidencial.
Parece que a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu um novo patamar! O ministro André Mendonça deu um golpe e determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues, o diretor-geral da Polícia Federal.
A bronca? Mendonça acusa Rodrigues de comandar um "monitoramento sistemático e ilegal" contra ele e o AGU. A coisa ficou tão tensa que o ministro classificou a produção dos relatórios pela PF como uma "arapongagem institucional" e já pediu investigação criminal e disciplinar.
Mas a PF não deixou barato. Em um ato de solidariedade, onze diretores da corporação manifestaram apoio a Rodrigues e colocaram seus cargos à disposição, criticando duramente o que chamam de "injustificados ataques" e "narrativas marcadamente influenciadas por interesses político-eleitorais".
A Advocacia-Geral da União (AGU) promete recorrer, argumentando que a decisão de Mendonça invade a prerrogativa exclusiva do presidente da República de nomear e exonerar o chefe da PF. A Segunda Turma do STF chegou a formar maioria para confirmar o afastamento, mas o julgamento foi suspenso. A PF, que já passou por turbulências em nomeações anteriores, agora se vê no centro de mais uma polêmica.


