Guerra no PSOL: Erika Hilton expõe racha por fundo eleitoral
Destaques
- •Erika Hilton acusa direção do PSOL de descumprir acordos e inviabilizar candidaturas estratégicas.
- •Disputa gira em torno da distribuição do fundo eleitoral e o risco de o partido não superar a cláusula de barreira em 2026.
- •Ex-presidente Juliano Medeiros nega mudança em critérios de inclusão e afirma que Hilton receberá maior valor proporcional.
A briga pelo dinheiro das campanhas escancarou a crise no PSOL. A deputada Erika Hilton detonou a direção nacional, acusando-a de rasgar combinados e prejudicar candidaturas cruciais para a sobrevivência do partido.
O rolo todo envolve a distribuição do fundo eleitoral, com críticas de que estados menores e candidaturas de mulheres e negros estariam recebendo migalhas, enquanto nomes ligados à cúpula ganham rios de dinheiro. Um exemplo citado é o Acre, que receberia apenas R$ 100 mil.
Mas o partido jura de pés juntos que nada mudou nos critérios de inclusão.
Em resposta, o ex-presidente Juliano Medeiros disse que Erika Hilton será a candidatura proporcional com o maior investimento do país, cerca de R$ 2,3 milhões, e negou qualquer alteração nas políticas históricas de incentivo a grupos minoritários. A direção nacional reforça que o objetivo é ampliar as bancadas e apoiar a reeleição do presidente Lula.

