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Guerra no Oriente Médio: Selic pode ter corte menor que o esperado?

03 de março de 2026
Guerra no Oriente Médio: Selic pode ter corte menor que o esperado?

Destaques

  • Escalada do conflito no Oriente Médio eleva a volatilidade do preço do petróleo.
  • Mercado teme que o aumento do petróleo e a incerteza global atrasem o corte de juros no Brasil.
  • Analistas divergem sobre o impacto real na inflação e na decisão do Copom.

A escalada da tensão no Oriente Médio está de volta no radar do mercado financeiro brasileiro, trazendo uma pulga atrás da orelha sobre a trajetória dos juros. O principal receio é que o preço do petróleo, com potencial para disparar, acabe por atrasar o ciclo de cortes da Selic, mantendo-a em um patamar mais alto.

Analistas ouvidos pela CNN Money apontam que o cenário ainda é de muita incerteza, dependendo de como as hostilidades vão se desenrolar. O impacto do conflito na cotação do petróleo é o ponto nevrálgico, com o temor de um efeito cascata nos preços dos combustíveis e, consequentemente, na inflação.

Ainda assim, há quem defenda que o Banco Central não deve agir por impulso. Choques geopolíticos são voláteis, e o Copom tende a esperar por sinais mais duradouros de contaminação no câmbio e nas expectativas de inflação, e não apenas movimentos pontuais no preço do barril. A produção interna robusta, especialmente do pré-sal, também pode atuar como um amortecedor para a economia nacional. 💰

Fontes

https://www.infomoney.com.br/economia/feed/https://www.cnnbrasil.com.br/feed/

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