Guerra no Oriente Médio e a Bolsa: Lula aposta em 'engenharia econômica', mas analistas veem espaço para alta do Ibovespa

Destaques
- •Governo Lula estuda medidas para blindar o Brasil da inflação causada pela alta do petróleo.
- •Histórico mostra que Bolsa tende a subir em ciclos de corte de juros, com setores como varejo e construção civil liderando.
- •Fluxo de capital estrangeiro para o Brasil e valuation atrativo das empresas brasileiras sustentam otimismo.
O fantasma da inflação volta a assombrar o bolso do brasileiro com a escalada da guerra no Oriente Médio, mas o governo Lula já acena com uma 'engenharia econômica' para tentar blindar o país. A ideia é evitar que a alta do petróleo se traduza em preços mais salgados nos combustíveis e, consequentemente, nos alimentos.
Enquanto o Planalto se preocupa com o impacto no consumo, o mercado financeiro já olha para o outro lado da moeda: a queda da Selic. Histórico recente mostra que a Bolsa brasileira (Ibovespa) tende a decolar em ciclos de cortes na taxa básica de juros.
Analistas apontam que setores como varejo e construção civil costumam ser os grandes beneficiados, com potencial de valorização expressiva. Além disso, o fluxo de capital estrangeiro e o valuation atrativo das empresas brasileiras dão um fôlego extra para quem aposta em novas altas. Ou seja, mesmo com as incertezas globais, o cenário para a bolsa pode ser mais otimista do que se imagina.




