Guerra no Oriente Médio: Brasil sente, mas se sai melhor que o mundo

Destaques
- •Ministro da Fazenda, Dario Durigan, minimiza impacto da guerra no Oriente Médio sobre o Brasil.
- •Brasil registrou alta de 20% nos combustíveis, contra 85% no Chile e 150% na África do Sul.
- •Resiliência brasileira atribuída a biocombustíveis e exploração de petróleo em águas profundas.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, jogou um balde de água fria nas previsões mais apocalípticas sobre o impacto da guerra no Oriente Médio. Ele admitiu que a tensão global afetou os preços dos combustíveis e a inflação por aqui, mas garantiu que o Brasil está nadando em águas mais calmas que o resto do planeta.
Enquanto países como a Índia discutem racionamento e a Coreia do Sul tabela preços, o Brasil viu um aumento de 20% nos combustíveis. Durigan comparou essa alta com a disparada de 85% no Chile e impressionantes 150% na África do Sul, mostrando que, apesar do aperto, a nossa situação é bem menos caótica.
A resiliência brasileira, segundo o ministro, vem de anos de investimento em alternativas como os biocombustíveis e a exploração de petróleo em águas profundas. E, de quebra, o governo ainda lançou o 5º Leilão do Eco Invest Brasil, esperando arrecadar R$50 bilhões para impulsionar tecnologias sustentáveis, incluindo combustíveis verdes.




