Guerra no Irã pesa no bolso: Petroquímicos e fertilizantes no radar

Destaques
- •Conflito no Oriente Médio eleva custos de nafta e fertilizantes no Brasil.
- •Abiquim alerta para aumento de 10% a 25% nos custos de petroquímicos.
- •Preços do petróleo disparam, impactando cadeias produtivas e o agronegócio.
A guerra no Oriente Médio já dá sinais de que vai apertar o orçamento brasileiro. A Abiquim, que representa a indústria química, soltou o alerta: o conflito tende a ampliar os custos do setor, que depende de matérias-primas importadas como a nafta.
O motivo principal? A alta do petróleo, que puxa para cima o preço da nafta, essencial para a produção de plástico e outros derivados. Se o barril de Brent subir mais, o custo dos petroquímicos pode saltar entre 10% e 25%.
E não para por aí: o Brasil importa 85% dos fertilizantes que consome, e o Irã é um grande exportador de ureia e amônia. Ou seja, qualquer restrição nas exportações iranianas pode significar preços mais altos para o nosso agronegócio e para a própria indústria química.
É um efeito cascata que impacta desde o bolso do consumidor até a competitividade das nossas indústrias, tudo por conta da tensão geopolítica. 📉




