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Guerra no Irã pesa no bolso: Petroquímicos e fertilizantes no radar

03 de março de 2026
Guerra no Irã pesa no bolso: Petroquímicos e fertilizantes no radar

Destaques

  • Conflito no Oriente Médio eleva custos de nafta e fertilizantes no Brasil.
  • Abiquim alerta para aumento de 10% a 25% nos custos de petroquímicos.
  • Preços do petróleo disparam, impactando cadeias produtivas e o agronegócio.

A guerra no Oriente Médio já dá sinais de que vai apertar o orçamento brasileiro. A Abiquim, que representa a indústria química, soltou o alerta: o conflito tende a ampliar os custos do setor, que depende de matérias-primas importadas como a nafta.

O motivo principal? A alta do petróleo, que puxa para cima o preço da nafta, essencial para a produção de plástico e outros derivados. Se o barril de Brent subir mais, o custo dos petroquímicos pode saltar entre 10% e 25%.

E não para por aí: o Brasil importa 85% dos fertilizantes que consome, e o Irã é um grande exportador de ureia e amônia. Ou seja, qualquer restrição nas exportações iranianas pode significar preços mais altos para o nosso agronegócio e para a própria indústria química.

É um efeito cascata que impacta desde o bolso do consumidor até a competitividade das nossas indústrias, tudo por conta da tensão geopolítica. 📉

Fontes

https://www.infomoney.com.br/economia/feed/https://www.cnnbrasil.com.br/feed/

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