Guerra e inflação apertam o cerco no bolso do brasileiro

Destaques
- •Escalada de preços de petróleo impacta alimentos e combustíveis.
- •Risco de crise no transporte de cargas e protestos de caminhoneiros.
- •Governo Lula despreparado para o impacto econômico na campanha eleitoral.
A guerra se tornou um fantasma no bolso do eleitor e complica a vida de Lula na corrida pela reeleição. A escalada de preços do petróleo, que já subiu 60% nas últimas semanas, acende o alerta para mais inflação em alimentos e combustíveis.
O cenário é ainda mais delicado porque 53% dos eleitores já sentem que a renda não acompanha a alta dos preços, segundo pesquisas. A dependência do transporte rodoviário também joga contra, com o risco de protestos de caminhoneiros caso o preço do diesel continue subindo.
A falta de um plano B consistente para mitigar esses efeitos mostra um governo que pode ter sido pego de surpresa, assim como em crises anteriores. A consequência direta é a pressão sobre a popularidade e a campanha presidencial.
O governo tentou conter a volatilidade no mercado financeiro gastando R$ 43 bilhões na recompra de títulos públicos, mas o impacto no dia a dia do brasileiro é o que mais preocupa. 📉




