Grupo extremista planejava explodir o Planalto e mirar debate presidencial

Destaques
- •Integrantes planejavam ataques a prédios públicos, incluindo o Palácio do Planalto.
- •O grupo disseminava ideologias neonazistas, misóginas e de incentivo à violência.
- •A polícia agiu antes que os planos pudessem ser executados, cumprindo mandados de busca e apreensão.
Um grupo extremista, com ideologias neonazistas e misóginas, planejava explodir o Palácio do Planalto e atacar o debate do segundo turno das eleições presidenciais. A polícia agiu antes, desmantelando a célula criminosa.
As investigações do CyberLab, do Ministério da Justiça, revelaram que os integrantes, com mais de 600 membros em um grupo maior, buscavam a "abolição do Estado" e compartilhavam conteúdos de ódio, além de instruções para fabricar explosivos.
A operação cumpriu mandados em oito cidades, e os envolvidos responderão por associação criminosa e apologia ao nazismo. A ação policial evitou um ataque com potencial para gerar pânico nacional 📉.



