Graphic Novels: A Arma Secreta Contra o Racismo na Formação de Professores

Destaques
- •Estudo da UFF comprova que graphic novels (HQs) fortalecem a educação antirracista.
- •HQs trazem leveza e profundidade para discutir racismo, engajando estudantes.
- •Pesquisa aponta falha no cumprimento da Lei 10.639/2003 em 71% dos municípios.
Esqueça os livros didáticos chatos! Uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF) mostra que as graphic novels, aquelas HQs mais elaboradas, são uma ferramenta poderosa para combater o racismo na formação de futuros professores.
A doutoranda Fernanda Pereira da Silva descobriu que essas histórias em quadrinhos, com narrativas completas e visuais impactantes, conseguem provocar reflexões profundas sobre questões étnico-raciais de um jeito que prende a atenção.
O problema é que a realidade nas escolas ainda é dura: o racismo é discutido só em novembro, e a Lei 10.639/2003, que obriga o ensino de história e cultura afro-brasileira, não é cumprida em 71% dos municípios.
A ideia é usar essas HQs para dar protagonismo a personagens negros e introduzir o debate antirracista desde cedo, preparando os professores para lidar com o tema de forma mais eficaz e contínua.
Em resumo, as graphic novels não são só entretenimento, mas sim uma ponte essencial para uma educação mais inclusiva e consciente. 📚



