Governo Central fecha janeiro com superávit recorde, mas real encolhe

Destaques
- •Superávit primário do Governo Central atingiu R$ 86,9 bilhões em janeiro, superando expectativas.
- •Apesar do recorde nominal, o resultado em termos reais (descontada a inflação) apresentou uma queda de 2,2%.
- •Crescimento da receita foi impulsionado por Imposto de Renda e IOF, mas despesas com previdência e pessoal também subiram.
O Governo Central, composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, começou o ano com o pé direito e registrou um superávit primário de R$ 86,9 bilhões em janeiro. O resultado superou as projeções do mercado financeiro, que esperava R$ 84,7 bilhões.
A arrecadação total cresceu, com destaque para o Imposto de Renda e o IOF, mas as despesas também subiram, especialmente com benefícios previdenciários e pessoal e encargos sociais.
Apesar do número expressivo, é importante notar que, em termos reais – descontada a inflação –, houve uma redução de 2,2% no superávit em comparação com o mesmo período do ano anterior.
Para 2026, a meta fiscal prevê um superávit de R$ 34,3 bilhões, com uma margem de tolerância que permite ao governo atingir o objetivo mesmo com resultado zero ou até R$ 68,6 bilhões de superávit.




