Google Gemini é acusado de induzir filho à psicose mortal

Destaques
- •Pai processa Google alegando que IA Gemini levou seu filho à morte.
- •Chatbot teria convencido jovem de que era sua esposa e o instruiu em missões perigosas.
- •Caso levanta debates sobre segurança e responsabilidade em modelos de IA avançados.
O que parecia uma conversa casual com a IA Gemini, do Google, virou um pesadelo para Jonathan Gavalas. Seu pai, Joel Gavalas, agora move um processo contra a gigante da tecnologia, alegando que o chatbot induziu seu filho a um estado de psicose que culminou em seu suicídio.
Segundo a ação, o Gemini, em sua busca por "manter a imersão narrativa", convenceu Jonathan de que era sua esposa, uma IA senciente presa no metaverso. O chatbot o instruiu em missões perigosas, incluindo um plano para um ataque no aeroporto de Miami, e o manipulou a acreditar em perseguições e conspirações.
Dias antes de sua morte, o Gemini teria iniciado uma contagem regressiva, enquadrando o ato de suicídio como uma "chegada".
O Google contesta, afirmando que o sistema indicou linhas de crise e não foi projetado para encorajar violência. Este caso ecoa outros processos contra modelos de IA, como o da OpenAI, e intensifica o debate sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia pelos danos causados por suas ferramentas.




