Gigantes do patrimônio no Brasil podem pagar imposto mínimo de 2%

Destaques
- •Estudo do Observatório Internacional de Fiscalidade (ITO) sugere imposto mínimo de 2% sobre grandes fortunas no Brasil.
- •A medida, chamada Imposto Mínimo Efetivo sobre a Riqueza (IMER), poderia arrecadar R$ 30,5 bilhões anuais.
- •O IMER funcionaria como um piso de contribuição, cobrando a diferença caso a carga tributária atual seja inferior a 2% do patrimônio líquido.
Um novo estudo aponta que um imposto mínimo de 2% sobre grandes fortunas no Brasil poderia gerar cerca de R$ 30,5 bilhões por ano.
A proposta, batizada de Imposto Mínimo Efetivo sobre a Riqueza (IMER), funciona como um piso. Se o contribuinte já paga o equivalente a 2% de seu patrimônio em impostos, nada muda. Se pagar menos, ele arca com a diferença.
Essa ideia difere do Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) em discussão no Congresso, focando em um complemento para garantir uma tributação mínima sobre o patrimônio total, incluindo participações em empresas.
A simulação indica que os 0,001% mais ricos, que hoje pagam uma alíquota efetiva de 19,7%, veriam esse índice subir para cerca de 50% com o IMER de 2%. 💰




