Geleiras derretem em ritmo alarmante e ameaçam cidades costeiras globais

Destaques
- •Derretimento de geleiras soma 9.179 gigatoneladas desde 1976.
- •41% do degelo ocorreu entre 2015 e 2024, indicando aceleração.
- •Aumento do nível do mar e alteração na salinidade dos oceanos são consequências diretas.
O planeta está aquecendo e as geleiras não estão perdoando! Um estudo recente, com dados do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), aponta que o derretimento acelerado de geleiras já liberou 9.179 gigatoneladas de água desde 1976, com uma aceleração preocupante nos últimos anos.
Quase toda essa água chegou aos oceanos em estado líquido, e a conta assusta: 41% do total derretido ocorreu apenas entre 2015 e 2024. Essa água doce, ao se misturar com o mar, altera a salinidade e pode impactar correntes marítimas, influenciando o clima globalmente.
E qual a consequência prática disso tudo?
O nível do mar vai subir, e as cidades costeiras, inclusive no Brasil, que já sofrem com eventos extremos, terão que se adaptar a uma nova realidade de erosão e perda de área terrestre. A educação sobre a cultura oceânica surge como ferramenta essencial para entendermos e mitigarmos esse cenário.
Em resumo, o aquecimento global não é brincadeira e já está cobrando seu preço. A perda de geleiras é um dos sintomas mais claros da mudança climática. 🌡️




