Galípolo desmente papo com STF sobre Banco Master e revela: 'Só 10% do que precisava'

Destaques
- •Presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, negou ter discutido a liquidação do Banco Master com ministros do STF.
- •Galípolo afirmou que conversas com Alexandre de Moraes foram sobre a Lei Magnitsky, sanção dos EUA.
- •O Banco Master possuía apenas 10% dos recursos necessários para honrar compromissos antes da intervenção.
Atenção, pessoal! O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, deu o ar da graça na CPI do Crime Organizado e soltou o verbo. Ele negou veementemente que tenha discutido a liquidação do Banco Master com o ministro Alexandre de Moraes ou qualquer outro colega do STF.
Segundo Galípolo, as conversas com os ministros do Supremo, incluindo Moraes, foram estritamente sobre a Lei Magnitsky, aquela sanção imposta pelos Estados Unidos que deu um baita trabalho. Ele frisou que esses encontros envolviam temas sigilosos e delicados, como privacidade e sigilo bancário, e que o foco era a crise sistêmica gerada pela medida internacional.
E pra completar o drama, o chefão do BC ainda jogou luz sobre a fragilidade do Banco Master: na época da intervenção, o banco tinha em caixa apenas uns 10% do que precisava para honrar os compromissos. Ou seja, a casa já estava caindo há tempos.




