Marketing esportivo: Aposta arriscada que pode custar milhões

Destaques
- •Marcas como Nike e Adidas investem milhões em campanhas pré-Copa do Mundo, mas apostam em atletas que podem não ser convocados.
- •Casos de Cole Palmer e Diego Luna mostram o risco de campanhas antecipadas com jogadores não selecionados.
- •Diversificação de atletas e contratos de longo prazo são estratégias para mitigar perdas financeiras.
A Nike e outras gigantes do esporte gastam fortunas em campanhas publicitárias para grandes eventos como a Copa do Mundo, mas a produção antecipada dessas peças significa apostar em atletas que nem sempre chegam ao torneio.
Um exemplo recente foi a aparição de Cole Palmer em um anúncio da Nike, mesmo sem ser convocado para a seleção. O mesmo aconteceu com Diego Luna, que foi destaque em peças da Nike e do Bank of America, mas ficou fora da lista final.
Para mitigar esses riscos, as marcas diversificam seus investimentos em vários atletas e buscam contratos de longo prazo, que vão além de um único evento. Assim, a aposta se torna mais segura, mesmo que alguns nomes não brilhem no palco principal.


