Fumo passivo: OMS revela dados alarmantes de exposição global

Destaques
- •Estudo da OMS aponta 2,7 bilhões de fumantes passivos em 2023, com 1,66 milhão de mortes associadas.
- •Brasil se destaca com queda de 43% na prevalência de fumantes passivos desde 1990.
- •Acompanhar a implementação de novas leis e campanhas educativas para reduzir a exposição.
Lembra quando fumar em qualquer lugar era normal? Pois é, a Organização Mundial da Saúde (OMS) acaba de jogar luz sobre os perigos do fumo passivo, mostrando que, apesar de avanços, o problema persiste globalmente.
Um estudo recente revelou que em 2023, cerca de 2,7 bilhões de pessoas foram expostas à fumaça de cigarro, resultando em aproximadamente 1,66 milhão de mortes. Mulheres e crianças continuam sendo os grupos mais vulneráveis, com 1,5 bilhão e 767 milhões de expostos, respectivamente.
A boa notícia é que o Brasil aparece no grupo de países com as maiores quedas na prevalência, registrando uma redução de 43% desde 1990. No entanto, a OMS alerta que cerca de 70% da população mundial ainda vive em ambientes sem proteção contra a fumaça.
A fumaça inalada, vinda tanto da exalação quanto da queima do cigarro, está associada a uma série de doenças graves, incluindo problemas cardiovasculares, respiratórios e diversos tipos de câncer. A OMS reforça que não existe nível seguro de exposição.
