FMI dá bronca nos EUA: 'Déficit fiscal está grande demais!'

Destaques
- •FMI pede aos EUA que reduzam o déficit fiscal como forma de diminuir os déficits em conta corrente e comercial.
- •Projeções indicam que os déficits fiscais dos EUA permanecerão entre 7% e 8% do PIB nos próximos anos.
- •A dívida pública consolidada pode atingir 140% do PIB até 2031, alertam.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) mandou um recado direto para os Estados Unidos: o déficit fiscal está crescendo demais e precisa ser controlado. A recomendação é que o país reduza seus gastos para diminuir também os déficits em conta corrente e comercial, que o FMI considera excessivos.
A principal preocupação do FMI é que, mesmo com projeções de crescimento resiliente, os déficits fiscais americanos devem se manter em torno de 7% a 8% do PIB nos próximos anos. Isso é mais que o dobro do que o secretário do Tesouro, Scott Bessent, almeja.
A consequência disso? A dívida pública consolidada dos EUA pode disparar e atingir impressionantes 140% do PIB até 2031. O FMI alerta que, embora o risco de tensão soberana seja baixo, essa trajetória representa um risco crescente para a economia americana e global.
Em resumo, o FMI está pedindo um ajuste fiscal sério para evitar que os déficits se tornem um problema maior. 📉




