FIFA: A Teia de Poder de Infantino e o Futuro do Futebol

Destaques
- •Proximidade entre Gianni Infantino e Donald Trump gera desconfiança.
- •Copa de 2034 na Arábia Saudita e permanência de Infantino no cargo levantam questões sobre a governança da FIFA.
- •A comercialização do futebol é a base do poder da FIFA, com recursos que sustentam aliados e desestimulam críticas.
Enquanto os holofotes da Copa do Mundo brilham nos gramados, os bastidores da FIFA revelam uma complexa teia de poder sob o comando de Gianni Infantino. A relação do presidente com figuras como Donald Trump e a estratégia para a Copa de 2034 na Arábia Saudita levantam sérias questões sobre a governança da entidade.
Especialistas apontam que a força da FIFA reside em sua dimensão comercial, onde o dinheiro é usado para consolidar poder e manter aliados, desestimulando críticas internas e externas. A estrutura de voto, com cada federação nacional tendo um voto, e os programas de financiamento reforçam essa centralização.
Apesar das crescentes críticas e tensões, especialmente com a UEFA, uma reforma significativa ou uma ruptura parecem improváveis no curto prazo. A concentração de apoio político de Infantino na Ásia e na África, aliada à dependência de países menores do financiamento da entidade, mantém o status quo.
A FIFA argumenta que seus recursos retornam ao futebol global, investindo em países com pouca atenção internacional. No entanto, a falta de oposição relevante e a ausência de intervenção política externa indicam que o poder de Infantino e a estrutura da entidade devem permanecer intactos por enquanto. ⚽




