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Falhas Digitais Custam US$ 600 Bilhões Anuais: O Preço Real da Indisponibilidade

10 de agosto de 2026

Destaques

  • Empresas perdem US$ 600 bilhões por ano com falhas em sistemas, 50% a mais que em 2024.
  • Custo vai além do tempo offline: afeta receita, produtividade e reputação.
  • Modernização de sistemas legados é crucial para mitigar riscos e perdas financeiras.

A dependência total de sistemas digitais colocou a continuidade operacional no topo das preocupações empresariais. Bancos, seguradoras, varejistas e indústrias sofrem com a falha de plataformas que integram tudo, e o impacto se espalha como fogo.

A conta é salgada: interrupções e degradações de serviços custam US$ 600 bilhões anuais às maiores empresas do mundo, um salto de 50% em relação a 2024. O valor, estimado pela Splunk em parceria com a Oxford Economics, mostra que a indisponibilidade vai muito além da TI, afetando receita, produtividade e até a percepção de mercado.

Mas essa é só a ponta do iceberg.

O custo real de uma falha não se mede apenas pelo tempo que o sistema ficou fora do ar. Perdas diretas incluem vendas não realizadas, transações não processadas e multas. Mas os impactos menos imediatos, como a perda de confiança do cliente e a redução da satisfação, podem ser ainda mais devastadores a longo prazo, especialmente em serviços recorrentes. No Brasil, um incidente de vazamento de dados já custa em média R$ 7,19 milhões, segundo a IBM, mostrando a conexão crítica entre disponibilidade, segurança e continuidade. Ignorar a modernização de sistemas legados, portanto, é um risco financeiro que muitas empresas não podem mais se dar ao luxo de correr.

Fontes

https://tiinside.com.br/feed/

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