F1: Pilotos deram um "puxão de orelha" e FIA cede em regras de 2026

Destaques
- •Críticas de pilotos como "anticorrida" e "Mundial de baterias" forçaram a FIA a rever regras de 2026.
- •Mudanças visam reduzir "superclipping" e a diferença de velocidade entre carros, após acidente de Bearman.
- •Alterações na potência do "boost" e uso do MGU-K buscam mais segurança e menos "artificialidade" nas ultrapassagens.
A Fórmula 1 ouviu o coro de reclamações dos seus pilotos e decidiu dar um tapa na cara do regulamento de 2026. Termos como "anticorrida" e "Mundial de baterias" não foram poucas as críticas ao novo sistema, que prometia revolução, mas trouxe dor de cabeça.
O principal ponto de discórdia era a gestão de energia e o tal do "superclipping", que faz os carros perderem velocidade de forma abrupta. A dificuldade em recuperar a carga da bateria, especialmente após a remoção do MGU-H, gerou receio de ultrapassagens artificiais e, pior, acidentes graves.
A batida de Oliver Bearman no GP do Japão, exemplificando essa diferença brutal de velocidade, foi a gota d'água.
Agora, a FIA anunciou alterações: a potência máxima do superclipping foi aumentada de 250 para 350 kW, e o uso do MGU-K foi limitado em zonas menos cruciais. O objetivo é claro: garantir a segurança e a fluidez das corridas, sem sacrificar a emoção. 🏁




