F1 antecipa 'ajuda de custo' para equipes com motores fracos

Destaques
- •FIA adiou a primeira aplicação do ADUO para após o GP do Canadá.
- •Novas regras visam equilibrar o desempenho dos motores na categoria.
- •Montadoras com mais de 10% de déficit de potência podem receber mais testes e atualizações.
A Federação Internacional do Automobilismo (FIA) resolveu dar uma mãozinha para quem está com o motor 'fraco' na Fórmula 1. A primeira aplicação do ADUO, sistema criado para dar um gás extra nas equipes com unidades de potência defasadas, foi antecipada para depois do GP do Canadá.
Essa mudança significa que montadoras com motores que entregam mais de 10% a menos de potência que a líder Mercedes poderão ter acesso a benefícios como mais horas de testes e atualizações extras mais cedo. A expectativa é que isso ajude a equilibrar a disputa, especialmente para fornecedoras como a Honda, que tem enfrentado dificuldades.
No total, o regulamento prevê três períodos de aplicação do ADUO, cada um com benefícios específicos. Além disso, o teto de gastos para as equipes com motores menos potentes também foi ajustado, oferecendo um alívio financeiro adicional. A antecipação do primeiro período, inicialmente previsto para Miami, foi feita para acomodar o calendário da temporada.
A medida busca dar mais competitividade a equipes como Aston Martin (com motor Honda) e Haas (com motor Ferrari), que estão atrás no campeonato. A FIA também ampliou as faixas de disparidade de potência, criando novas categorias para que mais equipes se qualifiquem para os auxílios. A nova regra prevê um aumento de até US$ 11 milhões (R$ 54 milhões) no teto de gastos para as equipes mais afetadas. 🏁




