Expansão da Copa: Vickery aponta riscos e a 'corrida' por vagas

Destaques
- •Tim Vickery discute a ampliação da Copa do Mundo para 48 seleções.
- •Especialista alerta para o risco de 'futebol reativo' e empates constantes.
- •Preocupação com o calor extremo e impacto na saúde dos atletas e qualidade do jogo.
A Copa do Mundo vai ficar maior, com 48 seleções a partir de agora. O especialista Tim Vickery, em participação no programa “Futebol em Contexto”, analisou os prós e contras dessa expansão.
Vickery concorda que o crescimento é necessário para a inclusão de mais países, especialmente da África, que sofriam com a pouca experiência em torneios anteriores. No entanto, o grande receio é que o novo regulamento, com a possibilidade de terceiros colocados avançarem, estimule um futebol mais conservador e de poucos riscos.
A preocupação aumenta com o clima. As altas temperaturas, especialmente em sedes como EUA e México em 2026, são uma ameaça à saúde dos atletas e à qualidade do espetáculo. Vickery sugere que o torneio poderia ser repensado para o início do ano.
A expansão, apesar de necessária para a globalização do futebol, traz desafios que podem mudar a essência do jogo. ⚽




