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Ex-diplomatas pedem fim do comércio de armas com Israel

22 de agosto de 2026

Destaques

  • Mais de 100 ex-diplomatas franceses e britânicos enviam carta a Macron e Burnham.
  • Pedem proibição do comércio e venda de armas para pressionar Israel.
  • Carta busca manter viva a solução de dois Estados e sanções específicas.

Olha só essa carta que chegou! Mais de 100 ex-diplomatas da França e do Reino Unido mandaram um recado direto para Emmanuel Macron e Andy Burnham, dizendo que a Palestina está sendo apagada.

O pedido é urgente: querem proibir o comércio e a venda de armas para Israel, como forma de pressionar o país a aceitar um Estado palestino. A ideia é que seus países deem um passo à frente e façam causa comum pela igualdade de direitos.

A expectativa é que isso force Macron e Burnham a impor sanções específicas.

Eles argumentam que o reconhecimento da Palestina precisa de ações concretas agora, já que o governo de Benjamin Netanyahu parece determinado a destruir qualquer perspectiva de um Estado palestino independente, ignorando leis internacionais e resoluções da ONU.

A crítica é dura: a política de destruição de Gaza e sua população é sistemática e não justifica os atos do Hamas. A visão de Netanyahu de "viver pela espada" é vista como errada e contraproducente, colocando em risco a segurança de Israel e minando sua imagem democrática.

A carta menciona a situação humanitária em Gaza, com 2 milhões de palestinos confinados e passando fome, além da demolição de casas e violência de colonos na Cisjordânia, configurando limpeza étnica. A situação se estende ao Líbano e Síria.

Apesar das críticas a Israel, os diplomatas também pedem que os palestinos garantam um Estado democrático e que haja reunificação política e econômica entre Gaza e a Cisjordânia, com renovação democrática na liderança.

O documento, assinado por 52 ex-diplomatas franceses e 50 britânicos, muitos com experiência no Oriente Médio, busca pressionar por ações concretas em um conflito que já dura décadas.

Fontes

https://operamundi.uol.com.br/feed/

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