Europa reage à humilhação de europeus, mas ignora massacre palestino

Destaques
- •Europa condena a humilhação de cidadãos europeus por Israel, mas minimizou a destruição de Gaza.
- •A indignação europeia só se manifestou quando a violência israelense atingiu cidadãos brancos, expondo racismo estrutural.
- •Críticos pedem sanções reais contra Israel e o fim da cumplicidade europeia com a opressão palestina.
A Europa finalmente levantou a voz contra Israel, mas não pelo massacre em Gaza. A indignação seletiva veio após a humilhação de ativistas europeus por Itamar Ben-Gvir, expondo um racismo estrutural no continente.
Enquanto bairros inteiros em Gaza eram destruídos e a fome usada como arma de guerra, líderes europeus optaram pela "prudência diplomática". Apenas quando cidadãos europeus, em sua maioria brancos, foram diretamente afetados, a resposta se tornou mais firme, com países como Portugal e França protestando.
A crítica central é que a violência colonial só se torna inaceitável para a Europa quando atinge seus próprios cidadãos, e não as vítimas palestinas historicamente racializadas. Especialistas clamam por sanções efetivas contra Israel e o fim da cumplicidade europeia para que a tragédia em Gaza não continue impune.




