EUA: Trump aperta cerco contra sindicatos, mas Nova York aposta em poder operário
Destaques
- •Após eleição de Trump em 2025, direitos trabalhistas nos EUA sofreram retrocessos significativos, com demissões em massa e enfraquecimento do National Labor Relations Board (NLRB).
- •A atividade grevista caiu pela metade em 2025 comparada a 2023, evidenciando o impacto das políticas pró-empresariais.
- •Nova York, sob o prefeito socialista Zohran Mamdani, lança a Secretaria para Construir Poder Sindical, buscando empoderar trabalhadores locais e fortalecer a organização coletiva.
O feriado do Dia do Trabalho nos EUA este ano cai num cenário de retrocessos para os trabalhadores, especialmente após a posse de Donald Trump em janeiro de 2025.
Decretos de Trump eliminaram empregos de quase 200 mil servidores federais e o direito de negociação para mais de 1 milhão de empregados públicos. Juízes pró-sindicais do NLRB foram substituídos por nomes alinhados à classe empresarial, impactando diretamente a capacidade de organização e greve.
Mas nem tudo são más notícias.
Em Nova York, o prefeito Zohran Mamdani anunciou a criação da Secretaria para Construir Poder Sindical. A iniciativa promete ajuda direta aos trabalhadores para formar sindicatos, realizar audiências públicas contra empregadores infratores e implementar leis que protejam a organização coletiva, buscando um contraponto local à conjuntura nacional sombria. ✊


