EUA: Governo descarta resgate bilionário para aéreas de baixo custo, mas se oferece como 'credor de última instância'

Destaques
- •Secretário de Transportes dos EUA, Sean Duffy, afirma que governo não deve socorrer companhias aéreas de baixo custo.
- •Aéreas solicitaram US$ 2,5 bilhões em assistência governamental para cobrir custos de combustível.
- •Governo se posiciona como 'credor de última instância', indicando que mercados privados são preferíveis.
O governo dos Estados Unidos sinalizou que não pretende realizar um resgate bilionário para as companhias aéreas de baixo custo, apesar da pressão do setor.
O Secretário de Transportes, Sean Duffy, declarou que, embora as empresas tenham acesso a fundos, o governo se colocaria como um credor de última instância caso não consigam financiamento nos mercados privados.
Apesar da recusa ao socorro direto, a proposta de algumas aéreas, como Frontier e Avelo, incluía a troca de bônus por participação acionária, buscando cerca de US$ 2,5 bilhões para compensar o aumento nos custos de combustível, agravado pelo conflito no Oriente Médio.
A Airlines for America, representando as maiores companhias, se opôs ao resgate, argumentando que isso prejudicaria a concorrência e recompensaria empresas que não se ajustaram aos custos. O impasse reflete a dificuldade do setor em lidar com a volatilidade dos preços de energia 📉.




