ETFs de Dividendos: A Nova Onda na B3 que Já Captura R$ 113 Bilhões

Destaques
- •ETFs listados na B3 atingiram R$ 113 bilhões em estoque, o dobro do ano passado.
- •Novos ETFs de dividendos, que pagam proventos mensais diretamente na conta do investidor, ganham popularidade.
- •Apesar do apelo de renda passiva, ETFs que reinvestem dividendos tendem a gerar retornos maiores no longo prazo.
Os ETFs listados na B3 acabam de quebrar um recorde: R$ 113 bilhões em estoque em março, o dobro do ano anterior. Uma das novidades que impulsionam essa alta são os ETFs de dividendos, que pagam os proventos direto na conta do investidor.
Esses fundos replicam índices de mercado, oferecendo diversificação a um custo menor. ETFs de dividendos tradicionais reinvestiam os lucros, mas os mais recentes, como o NDIV11 da Nubank, distribuem o dinheiro mensalmente, similar aos fundos imobiliários.
Apesar da praticidade de receber dividendos todo mês, quem opta por reinvestir, como no ETF NSDV11 (irmão gêmeo do NDIV11), colhe frutos maiores. A diferença de retorno entre reinvestir e receber pode chegar a 6 pontos percentuais em dois anos, graças ao poder do juro composto.
A escolha entre receber ou reinvestir depende do seu momento financeiro: acumulação ou busca por renda. Mas lembre-se: dividendos de ETFs sofrem 15% de Imposto de Renda na fonte, e a cotação da bolsa ainda pode oscilar. 💰




