Estreito de Ormuz Fechado: Alumínio em Pânico Global e Brasil na Disputa

Destaques
- •Crise no Oriente Médio causa paralisação na produção e entrega de alumínio.
- •EUA buscam alternativas de fornecimento, incluindo o Brasil.
- •Preços do alumínio disparam na Bolsa de Metais de Londres, atingindo máximas de 2022.
A paralisação do Estreito de Ormuz pegou o mercado global de alumínio de surpresa, levando produtores como Qatar e Bahrein a suspenderem entregas. Com os EUA dependendo fortemente de importações da região, compradores americanos agora correm atrás de alternativas.
O Brasil aparece como uma das opções, ao lado de Indonésia, Islândia e Noruega. A urgência é tamanha porque fábricas operam no sistema just-in-time e qualquer interrupção no fornecimento causa caos.
A situação se agrava com tarifas americanas e a busca por fornecedores em mercados como Índia e Austrália, com custos de transporte elevados e incertezas sobre futuras tarifas.
A turbulência já fez os preços do alumínio na Bolsa de Metais de Londres dispararem para o nível mais alto desde 2022, com o prêmio do Meio-Oeste americano empatando recordes. A expectativa é de um agravamento do déficit global de alumínio em 1,5 milhão de toneladas neste ano. 💰




