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Estádios sem time? Consultor crava: 'É um mito, fica bem mais difícil'

27 de fevereiro de 2026

Destaques

  • Arenas esportivas precisam de operação diária para serem sustentáveis, diversificando fontes de renda além de shows e eventos corporativos.
  • Ter um clube residente garante um fluxo constante de público e facilita o planejamento de patrocínios anuais.
  • O caso da Mercado Livre Arena Pacaembu é citado como exemplo do desafio de operar sem um time fixo, apesar da localização privilegiada.

A sustentabilidade de novas arenas esportivas passa, obrigatoriamente, por mantê-las funcionando 365 dias por ano. A ideia de depender apenas de shows e eventos corporativos esbarra na necessidade de garantir um fluxo constante de consumo.

Um estádio, por mais multifuncional que se queira, não pode esquecer sua vocação principal: ser um local para jogos de futebol. A presença de um clube residente traz um alívio fundamental para a operação, permitindo a criação de pacotes anuais de patrocínios ancorados na rotina do torcedor.

A falta de um time fixo, como no caso da Mercado Livre Arena Pacaembu, representa um entrave direto para os negócios e a arrecadação. Ter cerca de 25 a 30 jogos por ano garante uma receita relevante e facilita o equilíbrio dos altos custos fixos de manutenção. É um mito achar que um estádio pode operar sem um time de futebol.

Fontes

https://maquinadoesporte.com.br/feed/

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