Equador autoriza militares estrangeiros com imunidade para combater crime

Destaques
- •Presidente Daniel Noboa autoriza militares estrangeiros com imunidade legal por decreto.
- •Medida visa combater o crime organizado nas províncias mais violentas do país.
- •Ação gera controvérsia e críticas sobre soberania nacional e subordinação a interesses estrangeiros.
O Equador deu um passo ousado para reforçar o combate ao crime organizado. O presidente Daniel Noboa autorizou, por decreto, o destacamento de militares estrangeiros em território equatoriano.
Essas tropas contarão com imunidade legal, um quadro de proteção que inclui indulto, supostamente para atuar nas províncias mais violentas do país. A decisão foi tomada em coordenação direta com o Pentágono dos EUA.
A medida, porém, já acendeu um alerta.
Movimentos sociais, analistas e a oposição descrevem a iniciativa como uma violação da soberania e uma política subordinada a interesses estrangeiros. Enquanto isso, Noboa também pediu anistias para as forças de segurança locais, em meio a um novo estado de emergência de 60 dias em 10 províncias. 📉




