Empresas brasileiras se sentem mais seguras contra ataques cibernéticos, mas a alta liderança ainda patina

Destaques
- •65% das empresas se consideram preparadas para incidentes cibernéticos, alta de 9 pontos.
- •Apesar do avanço, 35% ainda não se sentem prontas.
- •No Brasil, TI gerencia riscos, mas CEOs e conselhos têm baixo engajamento.
A edição 2025 da pesquisa Cyber Directors' and Officers' Survey Report, da WTW, mostra que 65% das empresas se sentem preparadas ou muito preparadas para lidar com incidentes cibernéticos. Isso representa um salto de 9 pontos percentuais em relação ao ano passado, indicando um avanço na confiança geral.
A maioria (80%) já tem um plano de resposta a incidentes e mais de dois terços realizaram simulações nos últimos 12 meses. As principais preocupações ainda giram em torno de ataques de phishing (54%) e ransomware (46%).
Mas nem tudo são flores...
Aqui no Brasil e na América Latina, a história é um pouco diferente. Enquanto a média global mostra forte envolvimento de CEOs e conselhos na estratégia de risco cibernético (36%), na nossa região, esse número cai para 26%. O departamento de TI assume a linha de frente (42%), mas a alta liderança parece delegar a responsabilidade.
A boa notícia é que a comunicação com os conselhos está melhorando: menos empresas (12%) informam o conselho só após um incidente, e mais (28%) fazem isso mensalmente. O seguro cibernético também ganha força, com 53% já possuindo cobertura e 18% planejando adquirir nos próximos dois anos. 💰




