Eleição para presidência da Alerj anulada: Sucessão no RJ vira caso de Justiça

Destaques
- •Decisão liminar suspende eleição de Douglas Ruas para a presidência da Alerj.
- •Magistrada alega que votação não respeitou a ordem cronológica e a retotalização de votos.
- •A Alerj agora precisa aguardar a posse do novo deputado antes de realizar nova eleição para a presidência, impactando a linha sucessória do governo do Rio.
A Justiça deu um xeque-mate na eleição para a presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Uma decisão liminar da desembargadora Suely Lopes Magalhães anulou a votação que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) para o cargo.
A justificativa é que o processo não seguiu a ordem correta. A desembargadora determinou que a Alerj precisa esperar a posse do novo deputado, que assumirá a vaga deixada por Rodrigo Bacellar (após cassação pelo TSE), e a consequente retotalização de votos pelo TRE-RJ, antes de realizar qualquer nova eleição para a presidência.
Essa manobra judicial impacta diretamente a sucessão do governo do Rio, já que o presidente da Alerj é o primeiro na linha de sucessão em caso de vacância do governador e vice. A decisão atende a ações movidas por partidos de oposição, como PDT e PT, que questionaram a legalidade da votação realizada às pressas.
Agora, o cenário político fluminense fica ainda mais nebuloso, com a definição da presidência da Alerj e a própria sucessão do governo pendendo de decisões judiciais e novas contagens de votos. 🏛️




