Duplicata Escritural: A Revolução Silenciosa do Crédito Brasileiro

Destaques
- •Custo do desconto de duplicatas caiu 24,6% em relação ao capital de giro tradicional.
- •Mercado de FIDCs cresceu 760% em patrimônio, chegando a R$740 bilhões.
- •Novas regulamentações e digitalização aumentam segurança e eficiência no crédito empresarial.
A duplicata escritural está no centro de uma transição estrutural no crédito brasileiro. O que antes era um complemento, hoje é peça chave no financiamento de empresas, especialmente via recebíveis.
O custo do desconto de duplicatas, que em 2016 era 32,3% maior que o de capital de giro, em 2026 já é 24,6% inferior. Isso reflete a percepção de menor risco desses ativos, cada vez mais rastreáveis.
Essa virada se deve, em parte, ao boom dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs). De 2016 para 2026, o número de fundos saltou de 591 para mais de 3400, e o patrimônio sob gestão explodiu de R$86 bilhões para R$740 bilhões – um aumento de 760%.
A nova infraestrutura digital da duplicata escritural promete aprofundar essa transformação, trazendo mais transparência, reduzindo riscos e aumentando a eficiência.
Isso abre caminho para mais competição, custos menores e crédito mais acessível, consolidando uma nova era no financiamento empresarial no Brasil. 💰




