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Douglas Ruas: Entre Fatos e Ficções na Sabatina Eleitoral

08 de setembro de 2026
Douglas Ruas: Entre Fatos e Ficções na Sabatina Eleitoral

Destaques

  • Candidato ao governo do RJ, Douglas Ruas, teve declarações checadas pelo G1.
  • Algumas afirmações sobre pedreira e processos foram consideradas 'Fake' ou 'Não é bem assim'.
  • O candidato também teve declarações sobre tarifas de metrô e veto presidencial confirmadas como 'Fato'.

A sabatina de candidatos ao governo do Rio de Janeiro está a todo vapor, e desta vez foi a vez de Douglas Ruas (PL) ter suas declarações sob escrutínio. O G1 fez um raio-X em algumas das suas falas, e o resultado é misto.

Enquanto o candidato afirmou que não sabia quem eram os sócios de uma pedreira com vínculos empresariais indiretos, a checagem apontou que um dos proprietários é filho de um político influente e que existem elos com o próprio Ruas. Além disso, a alegação de ter zero processos foi classificada como #FAKE, com menções a investigações do Ministério Público e planilhas da Polícia Federal.

Por outro lado, Ruas acertou ao dizer que o veto do presidente Lula a dispositivos do Propag foi derrubado pelo Congresso e que o Rio de Janeiro possui a maior tarifa de metrô do país. A confirmação de que Eduardo Paes e Cláudio Castro cantaram juntos também foi validada.

A declaração sobre a origem dos fuzis apreendidos no estado, porém, foi classificada como #NÃOÉBEMASSIM, pois, embora a entrada de armas seja um problema, novas fontes de produção clandestina foram reveladas.

A checagem também desmentiu a afirmação de que mais da metade das verbas da Secretaria das Cidades foram para São Gonçalo, mostrando que o documento citado não pode ser chamado de auditoria por não ter notificado os gestores previamente.

Ainda sobre a operação no Complexo do Alemão, a versão de que mais de 100 pessoas mortas empunharam fuzis e atiraram contra policiais foi contestada, com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos apontando discrepâncias e o Ministério Público indicando que apenas uma fração dos mortos eram alvos de mandados judiciais.

Fontes

https://g1.globo.com/dynamo/politica/rss2.xml

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