Diretoras da HateAid barradas nos EUA em retaliação a leis digitais

Destaques
- •Diretoras da ONG alemã HateAid, que defende vítimas de assédio online, foram impedidas de entrar nos EUA.
- •A ação é vista como retaliação à Lei de Serviços Digitais (DSA) da União Europeia e a regulações contra big techs.
- •A HateAid e outras organizações atuam para responsabilizar plataformas por discurso de ódio e desinformação.
Diretoras da organização alemã sem fins lucrativos HateAid, que apoia vítimas de assédio online, foram surpreendidas com a proibição de entrada nos Estados Unidos, pouco antes do Natal.
A medida, divulgada pelo secretário de Estado Marco Rubio, é interpretada como uma retaliação direta ao trabalho da HateAid e outras entidades na defesa de regulamentações digitais na Europa, como a Lei de Serviços Digitais (DSA), que visa combater discurso de ódio e desinformação em plataformas online.
A ação levanta preocupações sobre a politização da segurança online e o uso de proibições de viagem como ferramenta para silenciar defensores de direitos digitais, com autoridades europeias e especialistas rejeitando as acusações de censura.


