Dia do Trabalhador: Protestos globais contra desigualdade e por direitos

Destaques
- •Manifestações ocorrem em diversos países, com foco em melhores salários e condições de trabalho.
- •Cuba e Coreia do Sul celebram a data com marchas e novas leis trabalhistas.
- •Conflitos e crises econômicas impedem protestos em Gaza, enquanto Europa debate precarização e flexibilização.
Nesta sexta-feira (01/05), o Dia do Trabalhador tomou as ruas do mundo com manifestações por melhores condições, salários e direitos. De Cuba, onde o presidente Miguel Díaz-Canel liderou marchas contra bloqueios, aos Estados Unidos, onde ativistas pediram "trabalhadores acima dos bilionários", a data ecoou diferentes pautas.
No Chile, sindicatos exigiram aumento salarial de 460 mil para 603 mil pesos chilenos, enquanto a Coreia do Sul celebrou seu primeiro feriado oficial do Dia do Trabalhador, garantindo direitos a freelancers e temporários.
Por outro lado, a guerra em Gaza impede protestos, com milhares de pessoas sem renda. Na Europa, a pauta incluiu desde confrontos na Turquia por acesso à Praça Taksim, até debates sobre flexibilização trabalhista na França, precarização na Itália e resistências a mudanças na legislação em Portugal.
A diversidade de protestos reflete um cenário global de luta por dignidade no trabalho, com o fantasma da crise econômica e conflitos internacionais pairando sobre os direitos conquistados.




