Demência dispara na América Latina: Envelhecimento não é o único culpado

Destaques
- •Prevalência de demência aumentou de 10,6% para 16,9% em duas décadas na região.
- •Fatores como sedentarismo, doenças crônicas e baixa escolaridade são apontados como causas.
- •Brasil ainda carece de um plano nacional de demência, apesar de iniciativas locais.
Olha só essa! A demência tá dando um show de crescimento na América Latina e Caribe, e o envelhecimento da galera não explica tudo. Um estudo recente jogou luz sobre o assunto, mostrando que o estilo de vida e o acesso à saúde têm um peso danado nisso.
A pesquisa, publicada na JAMA Neurology, aponta que fatores como sedentarismo, doenças crônicas (tipo diabetes e hipertensão) e até a baixa escolaridade estão contribuindo para o aumento dos casos. A prevalência bruta total saltou de 10,6% para 16,9% entre 2003-2006 e 2016-2020 em países como México, Peru e Porto Rico.
Mas o que isso significa na prática?
A coisa aperta porque, enquanto o envelhecimento populacional é um fator, ele não é o único vilão. Isso exige uma mudança de rota nas políticas de saúde pública, focando em prevenção e diagnóstico precoce, algo que o Brasil ainda engatinha, sem um plano nacional específico. O desafio é grande, mas a ciência já mostra o caminho: mais educação, controle de doenças crônicas e um olhar atento para o bem-estar geral. 🧠




