De Porto Velho para o México: Kaue Motta faz história no halterofilismo paralímpico

Destaques
- •Kaue Motta, atleta com nanismo, é convocado para representar o Brasil no Open das Américas no México.
- •A convocação representa a realização de um sonho, com forte impacto emocional para o atleta e sua família.
- •O atleta busca uma medalha internacional no México e mira uma medalha paralímpica no futuro.
A vida do halterofilista Kaue Motta mudou completamente ao receber a notícia da convocação para a Seleção Brasileira. Ele representará o país no Open das Américas, no México, entre 4 e 8 de outubro.
O atleta, que tem nanismo e nasceu em Porto Velho, já havia atingido o índice necessário em fevereiro, mas a confirmação oficial trouxe uma emoção indescritível, com direito a choro e ligações para os pais.
Antes de brilhar no esporte paralímpico, Kaue tentou a engenharia civil e praticou fisiculturismo, mas a paixão pelo halterofilismo falou mais alto, impulsionada por referências do esporte.
Ele se mudou para São Paulo para treinar no Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), sendo o único representante de Rondônia.
O objetivo agora é claro: trazer uma medalha do México e, quem sabe, um dia conquistar o tão sonhado pódio paralímpico.
