Danilo, do Flamengo, relembra convivência com Cristiano Ronaldo na Europa

Destaques
- •Defensor brasileiro Danilo, do Flamengo, comentou sobre sua relação com Cristiano Ronaldo durante passagens por Real Madrid e Juventus.
- •Danilo descreveu Cristiano Ronaldo como um companheiro "supercompetitivo" e "particularidades dos gênios", mas com quem se entendia bem.
- •Aposentadoria de Cristiano Ronaldo da seleção portuguesa, aos 41 anos, após 234 jogos e 146 gols, marca o fim de uma era no futebol.
O defensor brasileiro Danilo, do Flamengo, comentou sobre a aposentadoria de Cristiano Ronaldo da seleção portuguesa e relembrou sua convivência com o craque português durante os tempos de Real Madrid e Juventus. Em um teaser de entrevista ao "Canal 11", Danilo expressou certa tristeza com o fim da carreira de um dos maiores nomes do futebol mundial.
"É algo que tem uma certa tristeza para nós. Tive a oportunidade de trabalhar com ele no Real Madrid e depois na Juventus. Um grande companheiro. Era um rapaz que puxava sempre pela equipe. Obviamente tinha as suas particularidades, as particularidades dos gênios, dos grandes, que muitas vezes não são os mais fáceis de lidar. Mas eu me entendi muito bem com ele", declarou o jogador.
Convivência e embates em campo
Danilo jogou ao lado de Cristiano Ronaldo em duas oportunidades: no Real Madrid, entre 2015 e 2017, e na Juventus, entre 2019 e 2021. O defensor brasileiro descreveu a dinâmica entre eles, marcada pela competitividade do atacante.
"Muitas vezes eu segurava a bola, queria jogar mais lateralmente, um pouco para trás. E ele: ‘joga para frente, joga para frente’. E eu falo: ‘não vou jogar agora, espera aí’. A gente tinha esses embates, mas ele é um cara que muitas vezes falava: ‘Mané, preciso mais de você hoje. Preciso que você ataque mais’. Ajudava muito", contou Danilo.
O fim de uma era para Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo anunciou sua aposentadoria da seleção portuguesa aos 41 anos, após 234 jogos e a marca de 146 gols, tornando-se o maior artilheiro da história de seleções masculinas. A decisão ocorreu semanas após um atrito com o técnico Jorge Jesus.
O craque português liderou Portugal na conquista de títulos inéditos, como a Eurocopa de 2016. Sua trajetória com a camisa lusitana é considerada uma das mais marcantes da história do futebol de seleções, tendo inspirado gerações.



