Cuba acusa EUA de genocídio por sanções de combustível

Destaques
- •Presidente cubano Miguel Díaz-Canel critica ordem executiva dos EUA que pressiona fornecedores de combustível para Cuba.
- •A medida é descrita como 'imoral, ilegal e criminosa', com acusações de 'castigo coletivo' e 'genocídio'.
- •EUA alegam ameaça à segurança regional e aliança de Cuba com países hostis para justificar sanções.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, soltou o verbo contra os Estados Unidos nesta segunda-feira (18/05). Ele detonou uma nova ordem executiva americana que mira em quem vende combustível para a ilha, chamando a ação de imoral, ilegal e criminosa.
Segundo Díaz-Canel, a medida extraterritorializa o bloqueio a níveis sem precedentes, penalizando empresas que simplesmente querem fornecer bens básicos para Cuba. Ele classificou o que chamou de 'castigo coletivo' como um ato de genocídio que precisa ser condenado internacionalmente.
A Casa Branca, por sua vez, alega que a ordem visa combater a ameaça que Cuba representa para a segurança dos EUA e da região, citando alianças com países hostis e a presença de capacidades militares russas e chinesas na ilha.
Essa escalada nas tensões, com tarifas anunciadas contra países que vendem petróleo para Cuba, reforça o embargo econômico que já dura mais de seis décadas. A retórica de ódio anticubana, como a chamou o presidente cubano, busca justificar uma guerra econômica total. 📉




