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CPMI do INSS: Paulo Camisotti em silêncio e confusão na quebra de sigilo de Lulinha

26 de fevereiro de 2026
CPMI do INSS: Paulo Camisotti em silêncio e confusão na quebra de sigilo de Lulinha

Destaques

  • Empresário Paulo Camisotti, ligado a esquema de desvios no INSS, usa habeas corpus e se recusa a responder perguntas.
  • Filho de Maurício Camisotti, preso por envolvimento na fraude, Paulo é apontado como dirigente de empresas que movimentaram mais de R$ 800 milhões.
  • Quebra de sigilo de Lulinha (filho do presidente Lula) aprovada em votação tumultuada na CPMI do INSS.
  • Debate acirrado sobre a contagem de votos e acusação de fraude na votação da CPMI, com parlamentares trocando agressões físicas.
  • Senador Eduardo Girão cobra manutenção da independência da CPMI e pede prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias.

O empresário Paulo Camisotti, em depoimento à CPMI do INSS, optou pelo silêncio, amparado por um habeas corpus. Ele é filho e sócio de Maurício Camisotti, preso por suspeita de desvio de bilhões de reais de aposentados e pensionistas.

Apesar de apontado como dirigente de mais de 20 empresas investigadas, Camisotti apenas confirmou ser filho de Maurício e presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Saúde e Benefícios (ABCS), sem responder a questões sobre condenações ou movimentações financeiras.

Enquanto isso, a CPMI do INSS aprovou a quebra de sigilos fiscal, bancário e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula. A votação, porém, foi marcada por um tumulto generalizado, com acusações de fraude na contagem de votos e até agressões físicas entre parlamentares.

O presidente da comissão, senador Carlos Viana, defende a lisura da votação, enquanto governistas prometem recorrer ao Congresso Nacional e ao Conselho de Ética. A situação gerou um clima de tensão e debate sobre a continuidade e a independência das investigações na comissão.

O senador Eduardo Girão cobrou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre a manutenção da autonomia da CPMI e solicitou a prorrogação dos trabalhos por, no mínimo, mais 60 dias, argumentando que a base governista tem tentado blindar envolvidos no esquema, que pode ter desviado R$ 25 milhões em luvas e uma mesada de R$ 300 mil para Lulinha.

Fontes

https://agenciabrasil.ebc.com.br/rss/ultimasnoticias/feed.xmlhttps://www.cnnbrasil.com.br/feed/https://www.poder360.com.br/feed/

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