Corrupção Organizacional: A Nova Fronteira do Controle no Brasil

Destaques
- •O conceito de corrupção organizacional vai além do desvio individual, focando na busca de interesses por meio de recursos desviados ou rotinas pervertidas.
- •Lange propõe um modelo inovador com 8 tipos de controle, divididos em orientação (processo/resultado) e canal (administrativo/sociocultural).
- •A eficácia no combate à corrupção exige um portfólio de controles sinérgicos, equilibrando estrutura formal e cultura ética.
Esqueça a ideia de que corrupção é só coisa de um indivíduo. A corrupção organizacional, como define Lange, é a busca por interesses próprios que distorce recursos e rotinas na empresa.
No Brasil, com a Nova Lei de Licitações e o foco em programas de integridade, a gestão tradicional de 'comando e controle' já não basta. É preciso um olhar mais moderno.
E a novidade é um modelo com 8 tipos de controle, que vão desde a burocracia clássica até o autocontrole e a pressão social, como a agenda ESG.
A sacada é que não existe bala de prata. Uma estratégia eficaz de integridade precisa de um mix de controles que trabalhem juntos, aliando regras formais a uma cultura ética forte.
Ou seja, o segredo está em gerenciar as tensões entre esses controles para criar um movimento ético contínuo nas organizações. 📈




