Copa do Mundo: Regulamentos da FIFA viram dor de cabeça jurídica para seleções
Destaques
- •Federações nacionais precisam cada vez mais navegar por regulamentos complexos.
- •Expansão da Copa para 48 seleções aumenta a complexidade e o risco de conflitos.
- •Casos como o de Cabo Verde e Folarin Balogun evidenciam a necessidade de assessoria jurídica ágil.
A Copa do Mundo virou um campo minado de regulamentos para as seleções, e não só para os jogadores. A Federação Inglesa de Futebol (FA) chegou a consultar advogados às pressas sobre uma possível mudança de horário de partida da Fifa por conta de tempestades.
Com 48 seleções e 104 jogos espalhados por três países, o torneio de 2026 promete ser o mais complexo de todos, gerando mais disputas jurídicas do que o normal.
E o direito esportivo está crescendo: clubes como a Premier League gastaram £ 93 milhões em custos jurídicos nos últimos dois anos.
Isso se reflete em casos como o de Cabo Verde, onde a fornecedora de uniformes Capelli Sport enviou notificação extrajudicial à antiga fornecedora, Tempo, por direitos de comercialização. Ou a polêmica suspensão do jogador Folarin Balogun, que teve interferência direta do presidente Donald Trump junto à Fifa.
A lição é clara: o esporte virou um grande negócio, e a necessidade de assessoria jurídica ágil e especializada é crucial para navegar pelas regras e evitar surpresas desagradáveis. Afinal, o tempo de decisão em um torneio pode ser de horas, não de meses. ⚽



