Confiança Rumo à Série D: Uma Saga de Erros Cruciais

Destaques
- •Centralização na figura do CEO da SAF, Diogo Lemos, sem experiência direta em futebol.
- •Planejamento falho no elenco e trocas constantes de treinadores.
- •Desempenho pífio em confrontos diretos em casa e campanha terrível como visitante.
A noite de sábado selou o destino do Confiança: rebaixado para a Série D. Mas a queda não foi surpresa, foi construída passo a passo ao longo de um ano marcado por decisões questionáveis.
O projeto da SAF, que prometia muito, acabou centralizado na figura do CEO Diogo Lemos. Apesar de sua experiência em finanças, a falta de rodagem direta com as especificidades do futebol, especialmente na Série C, pesou.
Isso se refletiu em um planejamento de elenco com 12 contratações que marcaram apenas cinco gols somadas, e na dança das cadeiras com três treinadores em 19 rodadas.
A situação ficou ainda mais crítica com a nulidade em confrontos diretos em casa, onde apenas um ponto foi somado contra rivais diretos na luta contra o rebaixamento.
Fora de casa, a campanha foi simplesmente aterrorizante, com apenas 4% de aproveitamento e nenhuma vitória em oito jogos.
Para fechar o quadro, o ataque foi o pior da Série C, com apenas 11 gols em 18 partidas, evidenciando a falta de poder ofensivo que culminou na queda para a quarta divisão. 📉



