Comissão Eleitoral do Corinthians aprova candidatura de Sergio Janikian

Destaques
- •Sergio Janikian teve sua candidatura à presidência do Corinthians aprovada pela Comissão Eleitoral após recurso.
- •A aprovação ocorreu após a anulação de uma condenação em segunda instância por crime contra a ordem tributária.
- •A eleição para presidente do clube está marcada para 28 de novembro, com cinco candidatos confirmados.
A Comissão Eleitoral do Corinthians voltou atrás e aprovou a inscrição de Sergio Janikian para o pleito que definirá o novo presidente do clube. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (30), após um pedido de reconsideração apresentado pela candidatura do empresário.
Inicialmente, a candidatura de Janikian foi indeferida com base em uma condenação em segunda instância no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) por crime contra a ordem tributária. No entanto, como essa decisão foi anulada na última sexta-feira, a Comissão Eleitoral acolheu o recurso e tornou Janikian apto a disputar a presidência.
Janikian celebra e foca na campanha
Após a aprovação, Sergio Janikian celebrou a decisão e já se colocou à disposição para trabalhar na campanha. "Agora é trabalhar, dedicar corpo e alma, conquistar cada voto e resgatar o Corinthians à posição da qual jamais deveria ter saído", declarou o empresário.
A candidatura de Janikian será submetida a um novo prazo de 24 horas para eventuais impugnações por parte de associados do clube. A Comissão Eleitoral recomendou que, caso o empresário seja condenado em um novo julgamento pelo TJ-SC, a chapa seja excluída das cédulas eleitorais.
Cenário eleitoral e desafios futuros
Com a decisão desta sexta-feira, o Corinthians conta agora com cinco candidatos à presidência: André Castro, Ilmar Schiavenato, José Augusto Mendes, Rozallah Santoro e Sergio Janikian.
A eleição está marcada para o dia 28 de novembro, no Parque São Jorge. O novo presidente eleito terá a responsabilidade de comandar o clube no mandato de 2027 a 2029. Entre os principais desafios estão conter o crescimento da dívida, avaliada em mais de R$ 2 bilhões, buscar estabilidade política e recolocar o Timão como protagonista no futebol brasileiro.



