Coco Gauff defende política de elegibilidade trans no tênis, mas critica ataques à comunidade
Destaques
- •Coco Gauff apoia a nova política de elegibilidade da WTA para proteger a justiça no esporte feminino.
- •A tenista alerta que a discussão sobre a participação de atletas trans está sendo usada para atacar a comunidade trans.
- •A nova política exige um teste genético de gênero único, seguindo diretrizes do COI.
A tenista Coco Gauff, atual número quatro do mundo, comentou a nova política de elegibilidade da WTA para atletas trans. Ela acredita que a medida busca proteger a justiça no esporte feminino.
No entanto, Gauff expressou preocupação com o uso da discussão sobre o tema para atacar a comunidade trans. Ela ressaltou que muitas pessoas que se manifestam não se importam verdadeiramente com o esporte, mas sim em usar a questão como pretexto.
A nova regra, alinhada com o Comitê Olímpico Internacional (COI), exige um teste genético de gênero realizado uma única vez na vida da atleta. O exame busca identificar o gene SRY, associado a características masculinas.
Atletas que testarem positivo para o gene SRY passarão por uma avaliação médica completa antes de serem liberadas para competir no circuito da WTA. A decisão visa manter a integridade das competições femininas, mas levanta debates sobre inclusão.




