Coco Chanel: De Ícone da Moda a Colaboradora Nazista

Destaques
- •Coco Chanel, um ícone da moda, colaborou ativamente com o regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
- •A estilista atuou como espiã para o serviço de inteligência alemão (Abwehr) e tentou se apoderar de sua empresa usando leis de arianização.
- •Apesar de seu passado sombrio, a marca Chanel permanece um império bilionário, com os herdeiros Wertheimer recebendo bilhões em dividendos.
Mais do que revolucionar a moda com o seu 'little black dress', Coco Chanel também teve um lado obscuro: ela foi uma simpatizante e espiã do regime nazista.
Durante a Segunda Guerra, a estilista se envolveu em missões secretas e tentou usar as leis de arianização para tomar controle da Parfums Chanel, que dividia com os irmãos judeus Wertheimer. Ela chegou a se relacionar com um oficial da inteligência nazista, Hans Günther von Dincklage, e atuou sob o codinome 'Westminster'.
Apesar de ter sido investigada após a guerra, Chanel foi liberada e, com o apoio financeiro dos Wertheimer, reabriu sua casa de moda. A história de colaboração com os nazistas foi, em grande parte, ofuscada pelo seu legado na moda.
O império Chanel, hoje controlado pela família Wertheimer, continua a gerar lucros estratosféricos, com US$ 12,4 bilhões em dividendos pagos apenas entre 2021 e 2023. 💰


